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IMPOSTO DE RENDA 2018

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Você sabe quais são os documentos necessários para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2018? Dá uma olhadinha na lista:

- CPF de dependentes maiores de 8 anos;

- Declaração do IRPF de 2017;

- Informe de rendimento do empregador (no RH da sua empresa);

- Informe de rendimento dos bancos (pode ser conseguido via site do banco);

- Informes de rendimentos de gestoras e corretoras;

- Comprovantes de rendimento de Alugueis;

- Comprovantes de despesas com saúde;

- Comprovantes de despesas com educação;

- Carnês de contribuições feitas ao INSS, se tiver empregados domésticos;

- Comprovante de processos judiciais, como comprovantes de pagamento de pensão alimentícia ou recebimento de pensão alimentícia de valor superior a R$ 1.903,98;

- Comprovante de doações incentivadas, heranças, empréstimos bancários e consórcios realizados em 2017;

- Documentos de compra ou venda de veículos, enviar o documento do carro e informar o valor pago no mesmo no ano de 2017;

- Compra e venda de imóveis, enviar cópia do contrato de compra e venda e matrícula do imóvel registrada.

Mesmo especificando toda a documentação, muitos contribuintes declaram alguns itens no Imposto de Renda que não são aceitos pela Receita Federal. Isso porque esperam receber restituição, pagar menos imposto ou simplesmente por falta de conhecimento. 

Por isso, atenção! Não devem constar na sua declaração:

  • COMPRAS DE: Bens de consumo não-duráveis (p.ex.:  computadores, televisão, móveis); Linhas telefônicas; Alimentação
  • GASTOS COM: Cursos de idiomas e pré-vestibulares; Academia; Transporte (público ou privado); Plano de saúde, quando é pago pela empresa; Serviços de coleta e armazenamento de células-tronco; Despesas com seguro-saúde, medicamentos (exceto se estiver em conta hospitalar); Despesas com passagem e hotel para fins de tratamento médico; Contratação de enfermeiros; Implante de silicone, quando considerado um tratamento estético; Veterinários;
  • Filho na declaração tanto do pai quanto da mãe enquanto estão casados. Nesse caso o filho só deve constar como dependente em um dos dois responsáveis. Caso o casal esteja separado judicialmente: no ano da separação o filho pode ser dependente parcial nas duas. No ano seguinte, deve constar nessa categoria apenas na declaração de um dos responsáveis. Se o pai pagar pensão para o filho, por exemplo, ele é colocado na categoria “alimentandos” e como dependente na declaração da mãe.

FONTE: ECONET e G1 ECONOMIA.